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O que achamos de Castlevania: Lords of Shadow 2

Dracula biriteiro

Depois de 1 semana, terminei um dos jogos do fim da sétima geração de consoles que mais aguardava e…

… se tivesse escrito isso até ontem, o tom do humor seria diferente, mas deixa eu ir do princípio.

Castlevania: Lords of Shadow 2 é a continuação direta de Mirror of Fate (achou que eu ia falar do primeiro LoS, né?). Nesse jogo você finalmente tem o que esperava há um tempo: a possibilidade de jogar como Drácula.

No enredo: Drácula acorda na era atual sem lembrar PN de o que aconteceu desde o final de um combate fatal contra a Irmandade da Luz (aquele trecho da demo, e o início do jogo). Zobek, agora como um homem de negócios todo pimpão, aparece para ele e o informa que as forças de Satã estão preparando sua volta, e que ele não perderia a chance de fazer dos 2, escravos no inferno. Como moeda de troca, Zobek encontrou o chicote (Combat Cross) que Gabriel usou na primeira luta contra o tinhoso e que tinha sido estilhaçado por gabriel após a luta contra o Forgotten One no DLC Ressurrection do primeiro LoS. Com a Combat Cross, Drácula tem a chance de poder terminar com sua penitência eterna e finalmente morrer.

Agora dono da Coca-Cola (mentira), Zobek resolveu se fazer no mundo do capitalismo pra se preparar contra o tinhoso ou mesmo contra o Drácula

Agora dono da Coca-Cola e do Google (mentira), Zobek resolveu se fazer no mundo do capitalismo pra se preparar contra o tinhoso ou mesmo contra o Drácula

O game bebe da fonte do seu antecessor, combates no esquema de 2 botões de ataque, um para bater forte em 1 único inimigo, outro pra bater mais fraco nos inimigos ao redor. Esquema de ganhos de equipamento através do progresso do jogo, etc. O que mudou de mais importante nesse jogo é o fato de que agora ele se passa inteiro em um mapa, sem o esquema de fases, ou capítulos, do anterior, o que deu uma cara mais Darksiders, e também Symphony of The Night. Eu disse 1 mapa, mas na verdade são 2. O jogo se passa em 2 tempos, sendo o primeiro no presente e o segundo no passado, desvendando o que foi que aconteceu com você e recuperando seus poderes. Você transita pelos 2 mapas através de um portal que é encontrado em determinados locais do jogo.

Outra das novidades do game são os tão falados trechos de stealth. Você usa morcegos para distrair inimigos, ou procura cantos escuros pra se transformar em uma ninhada de ratos, ao maior estilo Gary Oldman, em Drácula de Bram Stoker, do diretor Francis Ford Coppola (o melhor filme de vampiros ever). Sim, é um modo bem simples, como vários sites tem comentado por aí, só não é tão ruim quanto estão dizendo. Os trechos são tão pequenos que servem apenas pra acrescentar no enredo, já que você está enfraquecido e não tem forças ainda pra encarar inimigos mais fortes. Servem também pra mudar um pouco o ritmo do jogo, se não foram um Metal Gear Solid, ao menos não foram ruins para estragar a jogabilidade.

Do diretor Francis Ford Copolla, Dracula de Bram Stoker é um vampiro da era pré purpurina de fada.

Do diretor Francis Ford Coppola, Dracula de Bram Stoker é um filme de vampiro da era pré purpurina de fada.

A parte sonora continua no ritmo de Lords of Shadow, se você gostou dessa trilha, provável que goste da trilha de LoS 2 também.

Um dos momentos mais épicos que vivenciei no jogo (pequeno Spoiler daqui pra frente, selecione o texto se quiser ler): Logo após acordar no presente e transitar perdido pelas ruas de Castlevania City, você entra em um beco e enfrenta um monstro. Como Drácula está fraco, ele é derrotado, mas salvo em cima da hora por um lacaio de Zobek. Drácula desmaia e quando acorda, está em um quarto fechado com uma família (pai, mãe e filha). Em sua sede de sangue, você mata desesperadamente o pai e bebe o sangue da mãe até secar na frente da filha deles. Esse foi o trecho em que o game te dá um soco na cara dizendo “você é o príncipe das trevas, baralho, seja mal”. Quase dei um grito acordando todos na casa nessa hora.

De uma forma geral, o game é tão bom quanto o primeiro LoS, só senti ele menos inspirado. Os combates e a exploração, bem como os duelos contra os chefes continuam bem legais, só que menos empolgantes, senti falta também de uma variedade maior de inimigos com formas de ataque diferentes (voadores por exemplo). E isso foi uma pena. Aliás, falta de inspiração parece que foi uma constante no jogo. Apesar de boa parte do game se passar no presente, senti uma falta absurda do personagem estranhar as inovações tecnológicas do presente. Nem um susto com “carruagens sem cavalo” ou “homenzinhos dentro de uma caixa”. Em determinado trecho, Drácula mesmo sugere ir atrás de um antídoto pra um problema que acontece no game, como se ele tivesse o conhecimento mínimo necessário de ciência contemporânea pra citar isso.

Drácula recém acordado dando um rolé por Castlevania City, faltou estranhar a tecnologia e as pessoas

Drácula recém acordado dando um rolé por Castlevania City, faltou estranhar a tecnologia e as pessoas

Tentei deixar de fora o máximo o meu mal humor recente pelo fim. Posso dizer que fiquei feliz até antes do final, porque esse estragou tudo… Se por um lado o final de LoS te deixava empolgado, revelando de uma vez (óbvio que todos esperávamos já), que Gabriel é o Drácula, e preparando um cenário para outro combate contra o cão, por outro, o final de LoS 2 te deixa com uma sensação de ter visto o fim de um episódio de um desenho dos anos 80. Isso me fez diminuir o 7.5 que eu estava dando pro jogo para 7. E na boa, se vier com p$%@ria de que o final mesmo ficou pra algum DLC, essa nota cai pra 6. Os DLC’s de LoS acrescentam, mas não deixam o final do game normal vazio, e não foi isso que aconteceu em LoS 2. Pior final que vi nessa geração junto com Rise of The Argonauts.

Rise of The Argonauts tem disparado o pior final de um jogo que vi nessa sétima geração de consoles

Rise of The Argonauts tem disparado o pior final de um jogo que vi nessa sétima geração de consoles

Essas foram as considerações de um fanboy de Castlevania desde a era NES, concorda? Discorda? Quer conversar sobre o game? Comente!

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Em dia de Halloween, Konami divulga novo trailer de Castlevania: Lords of Shadow 2

LoS 2

Eu não preciso ressaltar o quanto sou fanboy da franquia desde o NES e o quanto tenho gostado dessa repaginação em 3D né? Pois é, então dá pra imaginar que eu tô ansioso pra baralho pra jogar  Lords of Shadow 2 e saber como conclui a jornada de Gabriel Belmont e sua prole.

A Konami divulgou mais um trailer hoje, e pelo andar da carruagem (os diálogos), o enredo se inclinará para uma possível busca de redenção por parte dos envolvidos na vida do auto intitulado Drácula.

Não imaginei que Maria fosse reaparecer na história, ao menos se for ela mesmo né, sabe-se lá o que o Zobek ou o Lulu podem aprontar… Mas a presença de Alucard deve influenciar na mudança de ideia de Gabriel e talvez decidir buscar a redenção.

Ainda sobre o game, há uma possível chance de a Konami Brasil trazer pra cá uma versão dublada do game. Eu adoraria, desde que a dublagem não seja fuleira como a de Assassin’s Creed 3.

O negócio é aguardar e ver no que vai dar, o game foi adiado de 31 de dezembro pra fevereiro do ano que vem.

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Mais detalhes de Castlevania: Mirror of Fate

A próxima edição da revista Nintendo Power destacou alguns detalhes do próximo título para o portátil 3ds.

Será Trevor na capa da edição da próxima Nintendo Power?

Pelo que foi dito, o jogo terá 4 personagens jogáveis, dentre eles Simon e Trevor Belmont, no qual, o segundo terá uma combat cross personalizada. O jogo terá visualização em 3D e jogabilidade em 2D, seguindo a forma de jogar mais próxima aos títulos portáteis anteriores. Não tem muitos detalhes do enredo ainda, mas a história se passa antes dos eventos de Lords of Shadow 2 (ou The Dragon Returns, se for o título que está no site da Konami), e a história se passará em períodos diferentes, o que talvez seja o link entre os 4 personagens do jogo.

Jogadores poderão também fazer anotações em determinadas áreas para voltarem a explorar em pontos futuros do jogo através da tela de toque. As magias de Dark e Light do sistema de LoS estão de volta também, além do sistema de pontos de experiência para liberar combos e habilidades.

Para mais informações, aguardamos p@udur@mente pela coletiva pré E3 que a Konami fará na sexta-feira.

Fonte: IGN | Scans: GoNintendo


Os velhos tempos: Castlevania 3: Dracula’s Curse (NES)

<Fanboy assumido Castlevania detected mode on>

Wallachia, 1476, a região da Romênia e outros territórios próximos sofrem de um terrível mal providenciado por criaturas demoníacas. A razão dessa manifestação incomum se chama Drácula, vampiro senhor das trevas que pretende jogar o mundo no caos.  Dentre os povos assolados diz uma história que sempre que Drácula aparece, a família Belmont surge para impedir o vampiro, mas os Belmonts foram expulsos da região por medo de seus poderes incomuns pelos próprios moradores. Ainda que atrasado e quando a put@ri@ já tá instaurada, Trevor Belmont se predispõe a salvar o povo que botou ele pra correr em busca do bem maior, e do dever do sangue Belmont.

Assim é a prévia do enredo de Castlevania 3: Dracula’s Curse, título que tem história anterior aos 2 jogos protagonizados por Simon Belmont. A Konami parecia estar inspirada quando começou o desenvolvimento desse jogo, depois de muito criticada com o (pré metroidvania?) incomum Castlevania 2: Simon’s Quest. Cv3 utilizou o máximo que o nintendinho podia oferecer, e ainda colocou um ritmo frenético, caminhos alternativos, e o melhor, personagens jogáveis secundários que você salvaria ao longo do jogo.

A trilha sonora do jogo era tão foda que cantarolo boa parte das músicas do jogo até hoje sem precisar reouvir de tanto que joguei na época. A mecânica do jogo seguindo o ritmo que o primeiro tinha era muito boa. A sacada dos caminhos alternativos então foi uma ideia fodona, você escolhe logo na segunda fase ir pela torre do relógio, chegando ao topo enfrenta um chefe que, ao derrotá-lo, te libera o primeiro personagem extra do jogo, Grant Danasty, um pirata cuja família inteira foi morta por Drácula. Terminando a fase, a torre começa a entrar em colapso, e o caminho mais curto para o castelo acaba de se tornar impossível, o que fazer então? Volta a fase toda pra seguir pelo outro caminho.

Escolhendo Grant, de cara você percebe a diferença para Trevor. O pirata usa uma faca como arma, mais curta que o chicote, mas mais rápido, além de usar machados como sub arma, e o principal: Grant gruda pelas paredes ao melhor estilo Homem-Aranha. Além do ajudante de Barba-Ruiva, CV3 tem ainda Sypha Belnades, uma feiticeira que usa o poder dos elementos, e Alucard, o filhotinho do coisa ruim que se revoltou contra o papai do mau, o vampirinho camarada se tornou bem mais conhecido pelo bem sucedido e bem produzido Symphony of The Night anos depois. A grande parte ruim de você ir atrás dos outros personagens é que para adicionar um, você precisa perder o outro, não era possível ficar com os 4 personagens juntos, uma pena.

Castlevania 3 tinha uma dificuldade absurda com monstros que tiravam um grande naco de energia ao apenas encostar, além de uns trechos estilo Ninja Gaiden, que você pula para a plataforma seguinte e só no meio do pulo surge o inimigo que te acerta, fazendo com que você caia no buraco e morra. Felizmente, o jogo tinha também um sistema de password, o que te ajuda (um pouco) a avançar nas 9 fases do jogo.

Eu perdi as contas de quantas vezes eu o peguei  na locadora. Joguei ele muito mais do que o primeiro ou o segundo, inclusive,  joguei ele antes ddos anteriores, então até estranhei a primeira vez que joguei como Simon. Até hoje tenho CV3 como meu Castlevania favorito, sei que Dracula X (Rondo of Blood) tem tudo que ele tem e mais o visual mais refinado, mas não tive o mesmo feeling com ele. Adoro Lords of Shadow assim como todos os Metroidvanias também, mas sinto muita falta de um Castlevania com o feeling dos primeiros títulos em esquema de passar de fase.

<Fanboy assumido de Castlevania detected mode off>


Os Belmonts sempre alerta

Pelo visto o negócio de casa aos vampiros é bem rentável. E você aí trabalhando nesse escritório ou estudando para trabalhar em um.

Sexta, zanzando pelo mercado com a big boss, fazendo as compras para a grande festa de virada de ano, me deparo com esse produto aí. Tinha que tirar uma foto. Valeu Belmonts por nos protegerem em sigilo até hoje contra o Drácula e seus demoniozinhos amestrados.


Presença 6

Crianças não bebam, isso é coisa pra quem já paga suas próprias contas. Eu teria um blood label desse na adega fácil.


Algumas ilustras gamers minhas

O blog pode até ser novo, mas meus trabalhos com referências a games não são de agora. Abaixo seguem algumas ilustras minhas baseadas em jogos e/ou personagens de games

Blue Bomber

Double Dragon de novo

Christopher Belmont Cores

Trevor Belmont Cores Editado

Marion

Outras ilustras podem ser vistas no meu portfólio de ilustrações no Deviantart.


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