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Talentosos Filhos da p&$% 9

Já faz um bom tempo que não posto sobre artistas fodões por aqui. Pois bem, conheçam Jed Henry, um ilustrador que está gahando uma pequena notoriedade por fazer releituras de games em estilo Ukiyo-e (aquelas artes japonesas antigas).

Sem mais delongas, curtam algumas artes do cara:

Samus Aran - Metroid

Samus Aran – Metroid

Bacanudo demais né? Você pode acompanhar as novidades do artista através do site dele.

assinatura pnmp

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10 regras sociais sobre videogames que todos deveriam conhecer!

Sabe aquele negócio de desligar o videogame quando você tá jogando que teu irmão menor faz e que você odeia? Sabe aquele amigo que não sabe perder e desconecta sempre que você tá enfiando um 4 a 0 nele no FIFA? Então… eles provavelmente não conhecem as regras sociais que regem o mundo dos videogames! Essas regras não estão escritas em lugar nenhum, não foram escritas na pedra por nenhum Deus do Videogame, mas elas são essenciais para o convívio gamístico nos dias de hoje! Vamos a elas…

1 – Jamais desligue o videogame se alguém estiver jogando!

Isso é… uma put@#!@!

Pode parecer besteira mas isso enfurece até o mais calmo dos jogadores. Se ele está jogando, se esforçando para avançar no jogo, não ouse desligar o videogame por motivo nenhum antes do mesmo aceitar que o videogame seja desligado. Esse é um costume de mães e pais despreparados (ou putos com alguma coisa).

2 – O Player 2 não mexe no menu!

Por mais simples que isso seja, ainda tem gente que acha que qualquer um pode mexer no menu. E aí, o caos é instalado: entra-se em opções erradas e o que era para ser uma diversão começa sendo um problema logo de cara. É simples… quem tem o Controle 1 faz tudo! E ainda escolhe as regras!

3 – Se você está na casa de alguém, contente-se com o pior controle!

Se te deram um controle ruim, contente-se! Imagem meramente ilustrativa!

Você é visita. Está em território hostil. Aceite de bom grado o pior controle e vingue-se ganhando do dono da casa nas piores condições do mundo. Só reclame se conseguir provar que algum botão ou direcional não estiver funcionando.

4 – Uma tela ou uma vida!

Próximoooooo!

Quando muita gente está querendo jogar e são poucas as opções do jogo para multiplayer, vale a antiga regra de “uma tela ou uma vida” e suas variáveis que podem ser, “até o próximo checkpoint ou uma vida”, “3 a 0 acaba a partida automaticamente” e por aí vai. O importante é todo mundo se divertir.

5 – Não desconectarás! JAMAIS!

Se estiver perdendo no Street Fighter após levar um perfect no primeiro round, se estiver tomando uma goleada no FIFA ou naquele outro futebol que já nem sei o nome mais (mas que os jogadores de Preisteichon adoram), ou se já tiver morrido 12 vezes sem matar ninguém no CoD… jamais desconecte. Os jogos precisam de patos e saber perder é uma virtude!

6 – Se alguém estiver jogando, não entre na frente do televisor!

Nem o gatinho será perdoado se entrar na frente da TV!

Videogames dependem de imagem. Pessoas (e gatos) não são transparentes. Uma vida no videogame pode ir embora em um caralhésimo de segundo! Acho que você já entendeu.

7 – Se alguém está jogando com fones ou headsets, não tente qualquer tipo de comunicação!

Você interromperia alguém jogando Candy Crush com fones de ouvido?

É como usar um fone de ouvidos no metrô, se alguém está usando significa que não está afim de interações com outras pessoas… que não está disponível para papinhos à toa. Se você não estiver morrendo, tendo um filho ou o prédio pegando fogo ou caindo, não fale com quem está jogando de fone/headset.

8 – Nunca coloque a culpa da sua derrota no jogo!

Sua falta de habilidade não deve ser motivo para falar que o jogo é ladrão, ou que algo está errado. O outro jogador não é cheater… ele só é melhor que você. Treine e pare de reclamar.

9 – Multiplayer é sempre a melhor opção!

Todo bom jogo (e toda boa briga) começava com um Multitap!

Você está jogando sozinho, de repente um amigo aparece e… VOCÊS DEVEM JOGAR ALGO JUNTOS! É bem simples! Não tem essa de “Ah, estou testando esse novo emulador!” ou “Ah, tô afim de jogar esse jogo e só dá pra um!”. Pare tudo o que estiver fazendo, claro que você deve salvar o seu progresso, e dê um controle para o seu amigo. Faça-o sentir-se parte da sua empreitada… MULTIPLAYER É SEMPRE MELHOR QUE O SINGLE PLAYER! E, como a própria palavra diz, SINGLE é pra quando você está sozinho.

10 – Não abandone a sua vida social para jogar!

Cena impossível! Provavelmente essa mulher não gosta de videogames… e se ela lambesse o seu controle assim, você ficaria bravo!

Em raros casos os videogames trazem mulheres para a sua vida. RAROS! Em todos os outros eles só afastam. Então não deixe de sair com os amigos para a diversão real. Conheça pessoas reais, que tem vidas reais e gaste um pouco do seu dinheiro de verdade para ir a lugares legais na vida real. De que adianta salvar a princesa no último castelo do jogo se na vida real você não tem nenhuma gatinha pra falar no ouvido dela que você passaria o mundo 8-4 para tirá-la das mãos de quem fosse? Interaja com as pessoas!

Claro que todas as regras são mutáveis e você pode fazer delas o que bem entender (desde que seja no seu próprio c* se quiser enfiá-las lá), mas acho que seguindo essas regrinhas o jogo vai ficar bem melhor pra você e pros seus amigos.

assinatura p2


Muito Duca 16

 

O site de camiseterias do SplitReason está com umas camisetas temáticas de games versão zumbis para o dia das bruxas muito bacana, não podia deixar de divulgar isso aqui. Com destaque para as camisetas do Link Zelda e do Mega Man.

Zombie Man

The Legend of Zombie

Zombie’s Dream Land

Algumas outras camisas deles que não são temáticos de dia das bruxas, mas são muito bacanas

Frosty Treats

Arcadeologia

Esses itens agora são da loja virtual da Chibi Kurafito, a dona da loja faz algumas coisinhas bem bacanas também, e é nacional, e baratinho. Devo dizer que tenho um chaveirinho de Castle Crashers deles muito bacana.

Chaveiros diversos

Capa para celular Tony Tony Chopper – One piece

A dona do site aceita encomendas personalizadas também, você pode pensar em um chaveiro, ou capa, ou o que for, e ela te manda por email uma demonstração de como ficará o produto. Foi assim com meu chaveirinho de Castle Crashers, e pelo preço vale muito a pena.


Game On, eu queria morar lá – Parte 1

Já faz um tempo que eu prometi postar sobre o Game On, mas me faltou oportunidade (de ir visitar a exposição pra poder ter o que falar), e isso aconteceu ontem, exatamente no último dia da exposição em Brasília.

Alguns talvez estejam perdidos, mas para situar a todos, o Game On é uma exposição sobre games, mostrando, e deixando ao contato com o público, aparelhos de diversas gerações desde os pré videogames até os modelos atuais. Teve em São Paulo e veio para Brasília no final de Janeiro. Não sei se terá em mais cidades pelo país, mas pelo que sei, a exposição é originária da Inglaterra e roda o mundo já faz alguns anos.

O evento foi um total sucesso aqui no DF, fui no último dia parte por deixar de ir em outras datas por ouvir que estava lotando. Sem muito espaço pra andar, e com um bizarro cheiro de suvaco da porr@. Enfim, até nisso lembrava história dos games, em épocas de juntar galera nas locadoras pra locar ou jogar na própria loja. Chegou último dia eu não poderia deixar de ir por causa de lotação né, ou caga, ou sai da moita, e acabou cagando mesmo.

A exposição era dividida em 2 espaços, um mais voltado a história dos games, e outro um pouco mais dedicado a cultura dos games, embora ambos tivessem espaço para jogar. Visitei a área da cultura dos games primeiramente, e logo de cara você se depara com uma mesa cheia de portáteis de várias gerações para serem jogados. De minigames a Nintendos 3DS, a mesa estava abarrotada (de crianças pequenas) degladiando por uma pequena oportunidade de jogar. Elas não eram mal educadas, esperavam tranquilamente sua vez de pegar o “brinquedinho” em mãos para jogar, mas tinha bastante gente. Aliás, isso foi um fenômeno, tinham crianças em todos os setores da exposição, mas a parte de portáteis em específico parecia ser a parte favorita, não sei se pela facilidade em manusearem um aparelho pequeno como eles, ou se pelo fato de não precisarem olhar pra cima pra jogar nos consoles, sei que a molecada se amarrou.

Dentro dessa parte de cultura dos games você via pelas paredes muitas informações dos setores,  jogos multiplayers, os games na Europa, América do Norte, Japão, a rivalidade Mario x Sonic, os produtos gerados pela franquia de sucesso Pokémon, etc. Uma das minhas maiores satisfações nessa sessão foi poder ver e jogar pela primeira vez na vida os clássicos de Dragon’s Lair. Tudo bem, foi no Dragon’s Lair Trilogy para Wii, mas ainda assim, eu só tinha visto por fotos na antiga revista Videogame sobre o jogo. Devo dizer, é divertido pacas, mas você não consegue jogar e ver o desenho ao mesmo tempo, senão cê se ferra bonito.

 Outra parte bem abordada nessa área foi a de jogos com experiências diferentes, lá haviam Kinect, Wii, Beatles Rock Band, dos mais novos, mas também haviam alguns jogos um pouco mais antigos, como um simulador de trem (sim isso mesmo, chato pra car@%$*, mas tinha) com um controle que simulava o de um trem indo pra frente, pra trás, etc. Tinha também Katamari, que é bem peculiar para os que conhecem, mas um dos que mais chamaram a atenção do pessoal foi Steel Battalion. Particularmente eu nunca havia ouvido falar sobre o game até ontem, nem sobre seu gigantesco controle. É um game de simulação de Mechs (aqueles robôs gigantes), com um controle enorme com 2 manches, uma alavanca, uma car@&%@#@ de botões e uma pedaleira com 3 pedais diferentes. Segundo um amigo que encontrei por acaso lá, ele estava se preparando para liberar o rêgo ao menos 3 vezes na semana pra juntar dinheiro e comprar um desses.

Dois destaques que vi nessa mesma sessão: Uma tela passando trechos do programa de Game Center CX, um programa japonês no qual o apresentador joga games antigos e coisas do tipo, com direito a uma estante com alguns dvd’s do programa. O outro era uma pequena área voltada aos fangames. Lá tinham jogos feitos por fãs para PC, Dreamcast e Playstation. Joguei um tal Warning Forever para PC, gratuito o download. É um game SHMUP (Shoot ‘em Up), aqueles games de nave em que geralmente você enfrenta uma horda de outras coisas que aparecem na tela atirando. No caso desse jogo, você enfrenta apenas uma nave grande, conforme vai passando, ela vai ganhando evoluções e ficando gigantesca, até você ter dificuldade mesmo pra se mover de tanto que o inimigo ocupa espaço da tela.

E por aqui acaba a parte 1.

Mais fotos podem ser vistas na galeria do Flickr do Pega no Meu Pixel


Se jogos de videogames fossem reais

Old but Gold!


F&%$ing News 11/01/2012

Sony acabou com a put@%$@

Nem durou muito a “boataria forte” sobre o PS4 ser apresentado na E3 desse ano. A Sony já divulgou uma nota de que não vai rolar porr@ nenhuma de apresetação disso. Sinceramente eu queria que isso fosse apenas uma estratégia pra “causar surpresa” apresentando escondido o aparelho na E3.

Falando em Sony, e o Vita no Brasil hein?

A Sony divulgou hoje também que no Brasil o Vita terá uma edição especial, vindo com um cartão de 4gb e mais o jogo ModNation Racers totalmente em português. Eu tava querendo uma edição especial era de preço, já que não falaram PN sobre isso ainda. O aparelho acompanha o lançamento americano, marcado também pro dia 22 de fevereiro.

Diablo III nos consoles

Esse é uma boa (ou não) notícia. Aparentemente um profissional da Blizzard teria soltado no twitter que existe um responsável pela versão de consoles do jogo. Minha dúvida é: PS3 e X360 suportam rodar o bicho? Diferente do pessoal que joga em PC’s fracos em que desligam tudo que é opção gráfica pra rodar, nos consoles ninguém quer jogar versões meia boca dos jogos. De qualquer forma, Diablo combina mais com pc do que com videogame.


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