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A paixão de jogar com a “brodagem”

Wii, Ps3 e X360, opções pra todos os gostos e perfis

Wii, Ps3 e X360, opções pra todos os gostos e perfis

Não me lembro de nenhuma época em que os vários perfis de jogadores tenham sido tão bem servidos. Jogadores com perfil solo tem muito mais a cara da Sony, do mesmo jeito que o pessoal que prefere a presença dos amigos (ou inimigos) tem muito a cara da Microsoft. Rolou até pra quem prefira games mais casuais e pró zoação com os amigos, ou até velhas ideias reapresentadas, como o público da Nintendo, muito embora todos os 3 consoles tenham um pouco de cada. Joguei dos 3 consoles na geração, tive o prazer de pegar um Wii emprestado e me satisfazer com os velhos clássicos Nintendo, além de experimentar girar o pirocóptero em games de zuação como Just Dance ou Raving Rabbids. Cheguei a ter de tabela um PS3 que era do meu irmão, e me fartei de alguns exclusivos como Heavy Rain, Heavenly Sword, God of War 3 ou Journey, mas nenhum deles me deixou tão empolgado nessa geração como o X360.

PS3, um prato cheio de exclusivos classe AAA

PS3, um prato cheio de exclusivos classe AAA

Me desculpem se esse depoimento soar “ista”, não é nesse sentido que quero tratar, deixa eu explicar.

O X360 foi voltado a explorar as funcionalidades online desde o princípio, a começar pelos chats que eram permitidos já do lançamento do console, e que foram melhorados quando deram o upgrade para os cross chats. Você pode até dizer que é frescura, que quando entra no jogo no PS3 o chat tá lá, ou mesmo que se fosse pra ficar batendo papo, ia pro MSN ou o que for. No caso do último exemplo, isso bate com o lance dos perfis de gamers, não é a sua cara jogar com a galera e pronto, mas nos exemplos anteriores, você tá defendendo coisas pequenas. O que foi que desenvolveu-se muito nesses últimos anos com a internet? O crescimento de comunidades online, a comunicação e socialização entre as pessoas. O que foi que um cross chat do X360 proporcionou quando lançado? Comunicação e socialização entre as pessoas, facilitando o desenvolvimento de comunidades gamers online.

Conversar enquanto joga ou fazendo qualquer coisa, só pela vontade de conversar.

Conversar enquanto joga ou fazendo qualquer coisa, só pela vontade de conversar.

Praticamente a totalidade das pessoas que jogo online são amigos meus, e são amigos que conheci através da própria internet de fóruns e outras comunidades. Se a coisa foi pegando afinidade através dos fóruns, o desenvolvimento da amizade veio com a convivência frequente na Live, seja jogando juntos, ou cada um no seu próprio jogo, mas papeando pelo cross chat. Debates sobre diversos assuntos, acompanhamentos de conferências nas E3, além da exploração simultânea de um mesmo jogo single player e comentado entre nós (Mega Man 9 fase a fase conversando e explorando com um brother eu não esqueço), é o que estou querendo dizer. Até na zoação coletiva a coisa era divertida, chat com 5 pessoas onde 3 estão revezando pelejas em Super Street Fighter IV, mas todos os 4 zoando um que perde de forma vexatória é o que mais alavanca a galera a se empenhar em melhorar, ou o que dita a piada por horas e dias.

É legal zoar quando dá essa tela né? E quando tem mais uma galera junto só pela zoação?

É legal zoar quando dá essa tela né? E quando tem mais uma galera junto só pela zoação?

Enfim, deixando de lado todas as facilidades que o X360 me proporcionou em relação a socialização e comunicação, vamos a parte principal: os jogos. Minhas melhores experiências online nessa geração foram com Gears of War (2 e 3), Left 4 Dead (disparado meu predileto multiplayer da geração) e atualmente Borderlands 2. A série Gears of War tá no meu top 5 (se eu tiver um) dos melhores que joguei nessa geração, ele é bom sozinho, mas é perfeito entre amigos. Left 4 Dead é de longe o mais legal pra multiplayer. É o jogo que melhor utilizou pra mim a função cooperativa, mesmo quando você joga em modo competitivo, ele é cooperativo. E Borderlands… bem, eu joguei o primeiro quando ainda tinha o PS3, mas somente single player, achei até esquisito porque as pessoas pagavam tanto pau pra um shooter que achei pouco menos do que razoável. Por causa das promoções de verão da Live, e por influência dos amigos que jogam no Xbox, resolvi pegar o 2, tava barato, não custava tanto arriscar… Tenho que dizer, a experiência cooperativa dele melhora e MUITO a diversão do jogo. Os DLC’s são pouco pra vontade de continuar jogando com a brodagem.

Cooperativo até jogando contra, as equipes revezam entre sobreviventes e zumbis no vs

Cooperativo até jogando contra, em Left 4 Dead as equipes revezam entre sobreviventes e zumbis no vs.

E é disso que tô falando, se você ainda é criança ou adolescente, você provavelmente tem todo o tempo do mundo (como eu tinha na época) pra jogar na casa dos amigos, ou chamá-los pra jogar na sua casa, mas se você trabalha o dia todo, e seus amigos consequentemente também, a maioria das vezes que você conseguirá encontrar com eles, será através das sessões de jogatina. Participar de longas sessões de Left 4 Dead, Borderlands, Castle Crashers, ou qualquer outro jogo com foco no multiplayer, pra mim é tão prazeroso e nostálgico quanto na época que juntávamos na casa de um dos amigos pra tirar longas pelejas de Street Fighter 2, ou na cooperatividade com Streets of Rage ou Final Fight.

Em tempos de trabalho, as facilidades online tentam te relembrar desse período aí (PS:Sei lá que foto é essa, peguei só pra exemplificar)

Em tempos de trabalho, as facilidades online tentam te relembrar desse período aí (PS:Sei lá que foto é essa, peguei só pra exemplificar)

Tenho certeza que vocês devem ter ótimas histórias e experiências online no PS3. Joguei bastante Modern Warfare 2 e Fifa 12 nele, no entanto, pouquíssimas vezes eu joguei com amigos (salvo o Player 2 em algumas sessões de Modern Warfare 2), mas ainda assim, precisávamos marcar pra jogar, e as conversas só aconteciam durante as sessões de jogo e apenas com quem tivesse no jogo, enquanto na live eu tenho a opção de estar jogando Borderlands 2 com ele e mais outro amigo, e ainda mais outros amigos jogando fable 3 e todos interagindo na mesma conversa e rindo das piadas de todos. E ainda assim, foram partidas cujas amizades eu já tinha, e não que foram desenvolvidas pelo convívio.

No PS4 essas diferenças vão sumir, e a Microsoft vai penar pra inventar qualquer diferencial e chamar mais a atenção que a Sony

No PS4 essas diferenças vão sumir, e a Microsoft vai penar pra inventar qualquer diferencial e chamar mais a atenção que a Sony

De novo, peço desculpas se o texto soou “ista”, mas tenho certeza que na próxima geração, vocês que tiverem esse tipo de experiência no PS4 (com a gente do PnMP, de preferência), podem até não admitir ou não curtir, mas vão entender do que eu estou falando.

assinatura pnmp


De volta dos esgotos: o ano dos tartarugas ninja

Michelangelo, Leonardo, Donatello e Raphael prontos pra sentarem o sarrafo de novo com a roupagem da Nickelodeon

Ok, a Activision não é a melhor das publishers a esperar algo novo dos personagens, nem mesmo os vídeos lançados até agora do tal Out of the Shadows, que será lançado agora em agosto, foram muito animadores, mas a Activision não planejou apenas um lançamento dos personagens. Com foco na versão animada da Nickelodeon, o segundo jogo dos tartarugas será multiplayer para 4 jogadores (ao menos o vídeo aparenta ser) e sairá já dia 25 de outubro, apenas 2 meses depois de Out of The Shadows.

Visualmente falando, sinceramente eu prefiro a versão do jogo de agosto, mas como a proposta do segundo, ao menos do pouco revelado, me lembra mais a diversão dos clássicos dos personagens, to muito mais interessado nele.

Infelizmente o game não sairá pra nenhum console da Sony, tá programado apenas pra X360, Wii (e não Wii-U) e 3DS.

Curiosamente o jogo não receberá versões para PS3 ou Vita. O porque eu não sei, mas isso demonstra o “tamanho” do investimento…

Eu sou fanboy assumido e fico feliz quando anunciam jogos novos dos personagens, só acho que a abordagem deveria ser muito mais próximo de Castle Crashers, Scott Pilgrim e Double Dragon Neon, dentre os “novos” beat em ups, do que jogos marrom como aquele baseado no filme que a Ubisoft produziu.

Deus ajude que não venha uma bomba

assinatura pnmp


Netflix: a mais nova forma de assistir filmes usando os videogames

Se você tem um PS3 ou um Xbox 360, com acesso às redes online SEN ou LIVE, já deve ter notado o não tão novo canal do Netflix. Recém-chegado ao Brasil, o Netflix aproveitou a nacionalização dos consoles por aqui e, com propagandas massivas nos canais de televisão, engoliu os concorrentes que por aqui haviam e é, hoje, o maior site de filmes e seriados on demand no país.

Maior e melhor, mas com alguns defeitos ainda: biblioteca pequena e antiga.

Na minha casa, o Netflix acabou mudando a rotina: saiu a tv a cabo (que agora só serve para assistir ao futebol) e entraram os filmes e seriados. Eu e a patroa ficamos viciados em séries desconhecidas (ela muito mais que eu) e estamos assistindo freneticamente a algumas delas, isso sem contar nos inúmeros filmes que estamos revendo e nos filmes clássicos que ainda não havíamos assistido.

Tudo o que você precisa é uma boa conexão, um console de última geração (isso inclui o Wii, embora eu pense que… melhor deixar pra lá) e uma televisão. Claro que quanto melhor a aparelhagem, melhor a imagem. Se a conexão for de 1 mega pra cima já dá pra assistir filmes em HD. Ah, e dá pra ver no PC também. E no iPad… e no iPhone… e no Android… e nas internet tvs da LG e da Samsung.

Recomendo fortemente!


Só os fodas conseguem

Não, nem sou eu não, é um vídeo do próprio pessoal da Harmonix apresentando a versão completa da ópera rock 2112 do Rush, lançado como DLC pra Rock Band 3 no último dia de 2011. Não foi perfect, mas foi 5 estrelas com todos os instrumentos, e isso é difícil pacas. O resultado? Primeiro lugar na Leaderboard

PS: só os fortes conseguirão assistir, o vídeo tem 21 minutos, mas pode ir dando uns pulos pra ver que tenso que são alguns solos de guitarra e viradas de bateria pra ter uma noção da fodolecência da coisa.

A obra completa sai por 440 MS Points ou 5,49 dolares na live, psn ou wii shop.


F%$#ing News – 06/12/2011

 World of Warcraft sabor feijoada já no mercado

Relaxa o c*zinho aí, não é nenhuma inserção culinária nova com pedaços de orcs no mercado não. É que hoje foi o lançamento oficial da versão brasileira de World of Warcraft. Com direito a festa de lançamento e tudo mais em São Paulo, a versão nacional vem com todos os nomes de locais traduzidos e dublados em português, e por mais que pareça estranho a princípio, ficou bem dublado com uma equipe profissional.

A versão nacional vem com o jogo original e mais a expansão Burning Crusade, e mais 1 mês de acesso grátis por 29,99 reaus. Outros modelos de pagamento trimestral e semestral também estão disponíveis, além da assinatura anual, que também dá direito a receber Diablo 3 de graça quando lançar. Considerando quanto tempo eles demoram em produção de cada jogo, cê vai ter muito tempo pra enrabar os delicados da aliança.

Blizzard demonstra interesse em plataformas iOS

Falando em Blizzard,Greg Street, membro da empresa e conhecido nos forums da mesma por Ghostcrawler, deixou 2 comentários indicando um certo interesse da empresa por lançar versões de seus jogos nos aparelhos da Apple.

Todo mundo que conheço tem um iPhone e/ou um iPad, então nós somos grandes fãs dos aparelhos. Se conseguíssemos fazer as mudanças certas nos jogos para isso funcionar, certamente é algo que estaríamos interessados. Não é algo que vocês verão dentro de uma ou duas semanas, mas é o tipo de coisa que estamos sempre de olho.

Já espero ansioso pelo título que me fará mudar Infinity Blade como meu jogo favorito na plataforma.

Fonte: Starcraft 2 Brasil

Nintendo pode fechar o ano pela primeira vez no vermelho

É, não tem Zelda ou Mario Land 3D que segure o ano da Nintendo, pelo visto. É a primeira vez na história da empresa em que fecha o ano no vermelho. Os motivos apontados para o possível prejuízo da empresa são o aumento histórico do yen no mercado econômico, que forçou o governo japonês a intervir na economia, e a fraca recepção do 3DS no lançamento. Também foi sugerido que outro fator seria a popularização das plataformas iOS e android como aparelhos para jogos aumentando a concorrência. Francamente, com o valor de laçamento que foi o do 3DS, e mais o Wii-U, que é um aparelho futuro correndo sério risco de ficar na frente dos concorrentes atuais, mas atrás dos concorrentes posteriores e que não devem estar longe de lançar, acho que a Nintendo vai ter que triplicar seus títulos de Mario, Metroid ou Zelda pra segurar as pontas.

Fonte: Folha.com


Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


Portáteis da nova geração: Parte 1 – 3DS Apêndice

Só pra constatar aquilo que falei das tendências a melhorar as coisas pro 3DS, publicado hoje no wiiclube

Nintendo registra prejuízo no 1° semestre fiscal, mas 3DS mostra sinais de recuperação

A Nintendo divulgou seus resultados do 1° semestre fiscal (Abril-Setembro) e as perdas ficaram quase alinhadas com o que analistas previam, mas com um prejuízo um pouco menor.

  • Receita –  US$ 2.84 bilhões
  • Lucro operacional (prejuízo) – US$ 755.64 milhões
  • Lucro líquido (prejuízo) – US$ 925.98 milhões

Com isso a Nintendo reviu suas previsões para o ano fiscal completo (que termina em 31 de Março de 2012). Agora a empresa prevê ter receita de US$ 10.41 bilhões e prejúizo de US$ 263.54 milhões.

Grande parte dessa perda foi atribuída aos ativos que a empresa possui em moeda estrangeira, já que 79.2% das vendas no período vieram de fora do Japão. A queda de preço de hardware também ajudou a manter o resultado em baixa.

Do lado positivo, o 3DS teve um aumento nas vendas mundiais. No 1° trimestre as vendas foram de 710,000, enquanto no 2° atingiram 2.36 milhões. Vejam os totais por plataforma entre Abril e Setembro:

  • DS – 2.58 milhões / 28.99 milhões de jogos
  • 3DS – 3.07 million / 8.13 milhões de jogos
  • Wii 3.35 milhões / 36.45 milhões de jogos

Totais desde o lançamento:

  • DS – 149 milhões
  • Wii – 89.36
  • 3DS – 6.68 milhões

Para o ano fiscal a Nintendo reduziu a previsão de vendas do DS, mas manteve os números de Wii e 3DS (veja abaixo):

Em breve Iwata falará com investidores e teremos mais detalhes sobre vendas e, principalmente, planos da empresa para o futuro – o que pode incluir algumas pistas relacionadas ao Wii U.

Via Nintendo


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