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Excelsior! O que rola em Lego: Marvel Super Heroes

Sério Jean, o jogo é massa!

Sério Jean, o jogo é massa!

Já faz um tempo que a franquia Lego resolveu entrar  no mundo dos games utilizando uma abordagem diferente. Desde Lego Star Wars os jogos vem seguindo pra tudo que é rumo, algumas coisas mudam, outras permanecem, mas uma coisa é certa: franquia da Lego em videogames pra mim só se tornou interessante com essa adição do universo de filmes, animações e quadrinhos.

Reed Richards e Sue Storm dando um rolé por NY e dão de cara com um anúncio de Luke Cage e Punho de Ferro

Reed Richards e Sue Storm dando um rolé por NY e dão de cara com um anúncio de Luke Cage e Punho de Ferro

Não sou profundo conhecedor dos jogos da linha Lego, exceto por todos os 4 Star Wars (Lego Star Wars, Lego SW 2: The Original Trilogy, Lego SW: The Complete Saga e Lego SW3: The Clone Wars), e joguei um pouco aqui e ali de Senhor dos Anéis, Batman 2: DC Super Heroes, Piratas do Caribe e Indiana Jones, e francamente, não aprofundei muito na jogatina desses demais pra perceber muitas mudanças. Realmente nenhuma delas foi a ponto de dizer que são jogos completamente diferentes. Os inimigos ainda são fáceis, não existe aprofundamento na linha de aprendizado do jogo ou nas habilidades dos personagens e seu objetivo principal ainda é mais quebrar o cenário pra pegar pecinhas  e itens escondidos do que necessariamente derrotar seus inimigos, afinal é um jogo pra crianças, mas algumas coisas mudaram de forma positiva, a começar pelo mapa mundi. Em Lego Star Wars você tinha um cenário central (a lanchonete do episódio 2 ou a cantina do episódio 4) e entrava em determinadas áreas separadas por filme e por capítulo. Em MSH o seu mapa é a cidade de Nova York, com direito ao Aero porta-aviões da S.H.I.E.L.D., o edifício Baxter, lar do Quarteto Fantástico, ilha Ryker, a torre Stark, a Mansão X e a Mansão dos Vingadores, etc etc etc, inclusive o próprio edifício da Marvel. É um mapa relativamente grande pra um jogo de Lego, e com direito a esquema GTA onde você pode pegar o carro dos cidadãos emprestado (acredite, eles ficam até felizes de ajudar um super herói com isso!) e também encontrar um monte mini missões de corrida e coisas do tipo. O seu objetivo principal sempre terá um caminho no GPS indicando aonde é, mas qualquer volta no mapa é livre. Você também usa veículos conhecidos dos personagens como o Fantasticarro ou o Quinjet dos Vingadores.

O Sr. Fantástico dando um rolé no Táxi "Emprestado"

O Sr. Fantástico dando um rolé no Táxi “Emprestado”

Outra pequena mudança no jogo são as características dos personagens. Eu estava acostumado com os arquétipos padrão de Star Wars, onde você tinha Jedis, crianças  pequenas, dróides estilo R2, dróides estilo C3-PO, caçadores de recompensa, e atiradores comuns, onde cada um tinha características muito específicas deles mesmos, mas MSH dá uma quebrada nisso. Precisa escalar uma parede? Você pode usar o Wolverine com suas garras ou o Homem-Aranha que gruda na parede, mas se precisar puxar algo grudado na parede ou no teto, Wolverine não vai usar um cabo ou algo do tipo, como o Homem-Aranha ou o Sr. Fantástico podem fazê-lo com teias ou os braços esticados, nem esses 2 vão abrir portas onde são necessárias garras, como o Wolvie ou o Fera tem. Esse esquema de características que se embolam entre vários personagens deu um toque legal no jogo quando você quer usar equipes diferentes de personagens sem se prender aos arquétipos que os games Lego usavam.

Enquanto algumas paredes específicas podem ser escaladas tanto por Wolvie quanto o Maranha...

Enquanto algumas paredes específicas podem ser escaladas tanto por Wolvie quanto o Maranha…

... outras coisas só um ou outro podem fazer, como lhes são específicos.

… outras coisas só um ou outro podem fazer, como lhes são específicos.

Falando em personagens, cara o jogo tem vários deles. De Vingadores a X-Men, passando por Quarteto, Marvel Knights e mais uma rapaziada, sem falar nos vilões, o hall é imenso, e tenho certeza que ainda ficarão gente de fora.

Além dos vários personagens, o game ainda tem esquema de uniformes diferenciados, que contam como o mesmo personagem mas em outra versão. O Homem de Ferro por exemplo tem uma das armaduras que destrói objetos com raio de calor (objetos dourados) e as demais com mísseis que destroem objetos resistentes (indicados pela cor prata), o que te permite variar com o mesmo personagem.

Sério, olha a baralhada de personagens possíveis, e repare que na foto em destaque no topo, ficam ainda as caixas de uniformes diferentes a liberar no jogo

Sério, olha a baralhada de personagens possíveis, e repare que na foto em destaque no topo, ficam ainda as caixas de uniformes diferentes a liberar no jogo

Pra mim o principal ponto que a série Lego perdeu foi a adição de falas aos personagens. Ficou muito comum, embora os diálogos sejam sempre puxando pra comédia. Nunca esqueço de Lego Star Wars 2 quando Darth Vader vai contar pro Luke que é pai dele. Vader puxa um porta retrato do bolso com a foto dele como Anakin, junto da Amidala. Tive crise de risos com isso na época, o jogo tinha que se desdobrar pra desenvolver um diálogo sem usar palavras, e isso era bem legal. Além disso, sinto falta de um sistema de partida online, ou até da possibilidade de jogar em 4 pessoas. É um típico jogo “quanto mais gente bagunçando, melhor”.

Mas verdade seja dita, encontrei um bug extremamente chato. No capítulo 6, onde você invade uma base da Hidra com o Gavião Arqueiro e a Viúva Negra, existe um elevador logo no início da fase que teima em subir só a metade e desce de novo. Pelos fóruns do game na Steam e do gamefaqs que fui descobrir que se você baixar o máximo a resolução e tentar, uma hora ele acaba subindo tudo. Dar um bug que gere problemas em uma sidequest é uma coisa, mas um bug que trava completamente o seu jogo é outra e bem chata aliás. Tive que tentar algumas vezes até ele subir.

Outro erro chato que está acontecendo é que a versão da Steam não está reconhecendo conquistas, os produtores já prometeram uma correção disso o quanto antes, mas até agora nada, depois de TMNT: Out of The Shadows, parece que virou padrão games sairem com erros tão grosseiros assim, quem jogou Star Wars: Jedi Power Battles no psx deve lembrar também de personagens que travavam fora da tela ou morte que comiam 2 vidas antes de te devolver ao jogo.

Casal 20

Casal 20

O enredo é trabalhado em 2 planos até o momento, começa no plano de fundo, com Galactus, o devorador de mundos enviando seu arauto, o Surfista Prateado, pra procurar planetas e segurar sua fome insaciável, em seguida vem o primeiro plano do jogo: O Dr. Destino tem um plano para conseguir dominar o mundo através do cubo cósmico e pra isso conta com o recrutamento de uma gama de vilões conhecidos do universo Marvel para pô-lo em prática. Homem Areia, Dr. Octopus, Magneto, Fanático, Venom, Caveira Vermelha, Arnim Zola, Mandarim, Loki e muitos outros vão aparecer pra dar trabalho aos heróis.

O game saiu pelo preço internacional de 50 dólares, no Brasil estão dando uma de espertinho e cobrando 199 reais, como se ele seguisse o padrão de 60 dólares, mas se você não tem problemas em jogar esse tipo de jogo em um computador, na Steam ele já lançou em promoção de 50 por 45 REAIS. Eu gosto da série Lego (os de franquias famosas), mas é o tipo de jogo que atraso pra poder pegar quando tem uma promoção, e também o tipo de jogo que eu sempre darei preferência pras versões de console, mas por esse preço de lançamento, deixei de lado tanto os meus planos quanto os meus preconceitos e tô me divertindo.

Se a Tempestade usasse a Steam, certamente ficaria feliz com o valor do game cobrado lá

Se a Tempestade e o Groxo usassem a Steam, certamente ficariam felizes com o valor do game cobrado lá

Comentei sobre a versão principal, a dos consoles. Nos portáteis o jogo recebeu um subtítulo, ficando como Lego: Marvel Super Heroes – Universe in Peril, e a julgar pelas fotos do 3DS, a visão de jogo é diferente, o que provavelmente também deixará os comandos do jogo diferentes.

É uma boa ir voando pegar na Steam se você não tiver preconceitos com esse estilo de jogo no computador

É uma boa ir voando pegar na Steam se você não tiver preconceitos com esse estilo de jogo no computador

Pra um jogo de criança, Lego Marvel Super Heroes brinca com vários detalhes perceptíveis apenas por adultos, principalmente conhecedores dos personagens, e vale demais a experiência, mas não queira encontrar nele a complexidade de um X-Men Legends ou a versatilidade de Homem-Aranha Web of Shadows.

assinatura pnmp


Versão brasileira Herbert Richers

Os mais novos talvez não se lembrem, mas houve uma época em que quase tudo que assistíamos era dublado pela Hebert Richers. “Mas por que você tá falando dessa porr@, véi”, você indaga. Porque eu sou tipo o Suda 51, porr@, sou doidão! Brincadeira, eu chego lá já já.

O Brasil sempre teve fama mundo afora de ter uma dublagem exemplar. Até Steven Spielberg já elogiou o serviço por aqui. Boa parte disso talvez seja por termos tantas culturas mixadas, que nos permite ter tudo que é tipo de sotaque, e possibilite brincar com vários tipos de vozes de acordo com o teor do personagem ou do filme/série/desenho/qualquer coisa que seja dublada. Opiniões a parte sobre melhor assistir com áudio original ou a versão dublada, acho que cada caso é um caso, mas houve uma época que você não manjava PN de sotaques em inglês ou coisas do tipo, além do que coisas da infância sempre marcam mais do que as do presente. A voz do Bruce Willis pra mim é o da versão brasileira até hoje, mesmo que eu assista o filme com áudio original, e mesmo depois de o dublador (Newton da Matta) ter falecido.

Em disparidade com a realidade de filmes, séries e coisas do tipo, o mercado dos games demorou e muito pra entrar em cena. Claro que temos alguns casos raros como Warcraft 2 totalmente em português, mas a dublagem dele era tão porca (provavelmente feitos pelo próprio estúdio que traduziu  e distribuiu o jogo no Brasil, ou seja, experiência 0 em dublagem), que nem conta. Brasileiro sempre gostou de videogame, mas embora o gosto pela coisa sempre tenha existido, o mercado aqui nunca foi muito forte. A situação tem mudado de alguns anos pra cá, quando o país hoje ocupa uma posição em que vende mais até do que alguns países europeus. E verdade seja dita, pra mal ou pra bem, a pirataria aliada aos impostos altos sempre foram empecilhos pra que comprássemos jogos distribuídos nacionalmente, nos fazendo demorar a alcançar o ponto em que estamos hoje.

Essa realidade tem mudado aos poucos, e isso tem resultado em grandes estúdios abrindo filiais por aqui e demonstrando maior esmero em lançamentos localizados. Salvo a exceção de Nivaldo Prieto e Paulo Vinícius Coelho, narrador e comentarista esportivo respectivamente, nos Fifas clássicos, 10 anos atrás era até difícil pensar em ver jogos com uma dublagem como as de Diablo 3, The Last of Us ou Injustice nos dias de hoje, e isso se deve a esse crescimento do nosso mercado. Infelizmente ainda acontece apenas com jogos blockbusters, já que os custos de dublagem não são tão baixos para um lançamento nacional, motivo esse que provavelmente foi o que impediu a Bandai de investir na dublagem mais que clássica no jogo dos Cavaleiros do Zodíaco, mas o fato é que a coisa tá acontecendo aos poucos.

Tá ficando tão promissor, que os investimentos ficam até mais ousados. Enquanto lá fora Jack Bauer empresta sua expressão facial e voz para o Snake em MGS 5, por aqui a EA anuncia que o capitão Mathias, de Tropa de Elite, vai colocar sua voz em Battlefield 4. Já é um custo consideravelmente alto contratar dubladores conhecidos para a produção de um jogo, mas a coisa é vertiginosamente maior quando atores consagrados de filmes e novelas entram na parada. E pra mostrar que não é um investimento pequeno, além de André Ramiro (o Mathias), a EA anunciou também a voz de Dan Stulbach, ator das novelas da Globo, na equipe.

Só faltou o Capitão Nascimento

Só faltou o Capitão Nascimento

Essa é uma área da dublagem que merece ressalva. Em geral celebridades e atores de filmes e novelas não mandam muito bem quando o assunto é dublagem (vide Bussunda como Shrek, Luciano Huck como príncipe em Enrolados, Juliana Paes como a mestre Tigresa em Kung Fu Panda, ou a equipe do Pânico dublando o longa animado do Asterix), mas em compensação há também alguns casos excelentes como A Era do Gelo, Up: Altas aventuras, Ratatouille, e A Nova Onda do Imperador, que ficaram muito boas.  Creio que tem que ser analisado caso a caso o game e o ator/celebridade, mas por favor grandes estúdios, façam alguns testes com esse povo antes de contratarem pra trabalhar nos seus jogos, é bom lembrar que o público gamer não é necessariamente o público do caldeirão do huck ou das novelas. E ainda que seja, não quer dizer que é uma boa, afinal não é porque gosto de sorvete que acho que ele vá ficar bem no filé a parmeggiana.

"Ssou gostosa que nem a Angelina Jolie, posso fazer o mesmo papel que ela"

“Sou gostosa que nem a Angelina Jolie, posso fazer o mesmo papel que ela”

Concluindo, reclamem o que quiserem o pessoal do “eu prefiro a voz original, tem mais emoção e bla bla bla”, mas acho que os profissionais brasileiros tão mandando muito bem na coisa, e o jogo tem se tornado mais dinâmico sem precisar ficar ativando legendas pra acompanhar os diálogos junto para não faltar informação quando não entendeu bem o que o personagem falou em inglês. E isso se tratando de pessoas que tem estudo na língua, imagine para as pessoas que nem isso tem.

PS: Já pensou um futuro jogo dos X-Men com a voz nacional do Wolverine?

assinatura pnmp


Os velhos tempos: X-Men 2 – Clone Wars (Mega Drive/Genesis)

O ano era 1995 e os X-Men eram os heróis da década, parte pelo boom dos quadrinhos na época, parte pelo desenho animado de 92, responsável por uma geração de muleques que começaram a acompanhar as aventuras dos heróis (eu incluso). A Capcom tinha lançado no ano anterior um dos melhores jogos baseados nos personagens, e também um dos bons jogos de SNES (pelo menos um dos destaques da geração). A própria Sega já tinha sido feliz com um jogo divertido de X-Men de 1993. Eu só fui jogar mesmo em 98. Nunca tive um Mega Drive, mas um amigo que eu não via fazia quase um ano tinha alugado o jogo e fui com mais outro amigo visitá-lo, jogamos muito, o resultado é que depois disso ainda aluguei ele com esse outro amigo de novo e só com isso e mais umas manhas, que vergonha, conseguimos terminar. Esse jogo me traz muito boas lembranças.

A capa não era das melhores, mas o jogo. E apesar de estarem na capa, Jean Grey, Bishop e Tempestade não são personagens jogáveis

A base do enredo é de referência total à saga Aliança Falange (Phalanx Convenant, no original), onde uma raça alienígena com características tecno orgânicas que possui consciência coletiva ameaça adicionar os habitantes do planeta à sua espécie. No meio disso tudo ficam os X-Men, que são um impecilho para a aliança, já que eles não conseguem ainda mesclar mutantes a espécie.

A Sega trabalhou bem a linguagem de quadrinhos no jogo, você põe o cartucho, aperta power, logo de cara já começa com um dos personagens (Gambit, Noturno, Psylocke, Ciclope, Fera ou Wolverine, e posteriormente Magneto) em missão em um cenário de nevasca, você já começa controlando, sem saber PN do que aconteceu, se pegou uma cópia pirata em que caparam a abertura nem nada, assim que você completa a primeira missão entra a história explicando que você estava em missão investigando algo e só então entram a marca da Sega, da Marvel, o título do jogo, etc. O feeling de “que porr@ é essa que tá rolando?” é o mesmo da saga nos quadrinhos, já que a assimilação da Falange na história é feita de forma furtiva, com os personagens sem saber o que está acontecendo, só achando que tem algo estranho.

Ao longo do jogo você enfrenta diversos inimigos conhecidos do universo dos mutantes, sendo um deles, o Magneto, que acaba se unindo a você em sua missão, já que o planeta inteiro está ameaçado. Sentinelas, Exodus, Tusk e mesmo Apocalipse dão o ar da (des)graça nas diversas missões do jogo.

Graficamente o jogo é inferior ao concorrente mutante da Capcom pro SNES do ano anterior, entretanto, é um dos jogos mais bonitos que joguei no Mega Drive, e um dos mais divertidos também. O melhor é poder jogar de 2, muito embora sejam sofríveis algumas missões pelo fato de não dividir a tela, e pela taxa de frames que cai um pouco em algumas cenas. O jogo também é difícil pacas, ele tem muitas vidas, mas conforme você vê a quantidade de missões, e muitas vezes, a dificuldade de algumas delas, você vai descobrir que o número de vidas é pouco. Só te digo uma fase como exemplo: a de fuga da base das Sentinelas explodindo, em que você tem tempo para sair, se estiver jogando de 2 então…

É isso pessoal, tirem a poeira do seu Mega Drive, ou comprem um pelo Ebay e peguem o jogo, eu posso ser fanboy dos X-Men, mas não acho um jogo bom somente por ter os personagens (eu estou olhando pra você, X-Men Des Bostiny)


Ultimate Marvel vs Capcom 3 – uma put@$!% sem tamanho

Em novembro sai a versão definitiva de Marvel vs Capcom 3, e digo isso não só pelo “ultimate” no nome do jogo, mas porque essa é a versão final do jogo de verdade. Se você é mais um dos que se sentiu otário depois de ter comprado MvC3 em fevereiro pra 2 meses depois anunciarem o UMvC3 com tudo que não tinha no primeiro, você tem motivos pra ter raiva da Capcom. Não se trata de “aah mas eles faziam isso nas versões anteriores de street fighter, sempre acrescentando mais personagens e bla bla bla”. A questão não é essa, Marvel vs Capcom 3 não te permite assistir as lutas dos amigos quando se está numa sala com mais de 2 pessoas jogando vs,  o jogo não tem um modo torneio, básico desde Super Street Fighter 2 HD que saiu até antes de SF4 pra Live/PSN, além de otras cositas mais.

O que deixou muita gente com vontade (eu incluso) de mandar a Capcom empinar a bundinha pro Kid Bengala e falar “vai com tudo” com esse jogo, foi mais o fato de você sentir que comprou um protótipo mesmo. Tanto que essa versão está saindo no mesmo ano de MvC3, não esperaram nem bater 1 ano do lançamento do jogo, pelo menos pra “disfarçar” que eles planejaram isso.

Pra mim, e pra muitos, acho que aliviaria e muito se eles lançassem esse UMvC 3 como DLC de MvC 3, como fizeram com Super Street Fighter 4 Arcade Edition, pois aí os donos de MvC3 não precisavam ter que se livrar às pressas e quase de graça de um jogo que 9 meses depois já é velho e ultrapasssado pra comprar o novo.

E sabe o que é pior? A Capcom tem acertado muito na mão com vários títulos deles, os jogos são bons, e com isso as pessoas acabam se tornando p#%@inhas dela pra jogar títulos que são bem recebidos por público e crítica. Só sei que esse UMvC3 eu só pegarei quando tiver folgado, sem outros títulos em mente, e se achar um usado em promoção por aí, porque com essa felação anal que a Capcom tem promovido não rola de pegar lançamentos deles.

Parafraseando o pensador, Away de Petrópolis, “Capcom, enfia a dentadura no c* e sorri pro car@&§, vai tomar no c$ tranquilo, valeu”.


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