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Diablo 3 tem animação dirigida por criador de Aeon Flux

O jogo nem saiu e as novidades sobre Diablo 3 não param. Peter Chung, criador da animação Aeon Flux, que passava na MTV, é o diretor do curta animado intitulado Diablo 3: Wrath. A ideia do curta é contar histórias que não teriam a possibilidade de serem trabahadas dentro do jogo. O curta contará eventos da série narradas a partir do ponto de vista dos anjos.

Xoxot@stico!

Assista, tem opção de 720p

Abaixo veja o vídeo de comentários de produção disponibilizado pela própria Blizzard

PS: Além de Aeon Flux, Peter Chung foi diretor e roteirista do episódio “O Robô Sensível” (Matriculated) de Animatrix. E não considere Aeon Flux pelo filme, aconselho muito assistir a série animada.

Fonte: Omelete

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A putereza de Asura

Sei que já tem um tempinho que saiu, mas só hoje testei a demo de Asura’s Wrath. Título de ação a ser lançado pela Capcom. De longa data eu venho esperando com uma certa ansiedade por esse jogo. Diferente e ao mesmo tempo semelhante a muita coisa que você provavelmente já jogou, A putereza de Asura tem seu charme especial.

Na demo não se sabe detalhes da história, só é possível identificar que alguém armou pra cima do Asura, que se ferrou bonito, e de quebra ainda levaram a filha dele. Isso é motivo pra deixar o bicho mais puto que o travesti do profissão repórter e, pelo menos pros inimigos, isso não é muito saudável. Batalhas descomunais ao nível de divino mitológico, de tão desproporcional que são as porradas, é o que te aguarda.

A demo tem 2 capítulos, no primeiro deles você encara uma entidade gigante, que após determinado ponto do combate fica ainda maior. Imagine-se encarando Galactus, o devorador de mundos da Marvel, segurando o dedo gigantesco dele apenas com as suas mãos. É disso que eu tô falando. No segundo capítulo você encara o mestre de Asura na Lua, mas a luta só começa lá. Novamente depois de determinado período da batalha, o mestre de Asura saca a espada crescente dele, te perfurando e te empurrando para a Terra. Os 2 vêm de lá argumentando e brigando caindo no planeta com Asura perfurado. A espada continua crescendo até vermos a ponta dela saindo do outro lado do planeta. Sim, tudo é descomunalmente ridículo e de um nível absurdo, para demonstrar poderes além dos humanos.

Os combates são onde entra a parte do “igual mas diferente” que citei no início. Boa parte do jogo se passa através daquelas sequências a la God of War e derivados de “aperte X no tempo certo”, ou “gire o analógico direito” e coisas do tipo, mas isso não ocorre como em God of War sempre. Você muitas vezes não sabe quando surgirá o comando, e o jogo se baseia muito mais nessas sequências do que nos combates tradicionais. Em outros trechos você está de longe e vai guiando uma mira com o analógico esquerdo, enquanto atira pedras e outras coisas com Y nos inimigos enquanto revida mísseis atirados contra você. Já na sequência contra o seu mestre, é o momento mais próximo de jogos de ação em terceira pessoa da demo, você controla o seu personagem  normalmente e parte pra cima, mas mesmo nessas horas, a qualquer hora pode aparecer um “Y” no topo da tela porque o inimigo atirou algo contra você, e o seu reflexo tem que ser rápido pra deixar de lado o comando de bater que tava fazendo pra apertar logo o botão.

Visualmente o jogo não deixa a desejar também, sendo uma demo, muita coisa pode mudar, e geralmente pra melhor. Ela é bem bonita com acabamento visual dos personagens lembrando ilustrações bem estilizadas.

Não posso dizer se o jogo será todo fantástico, mas devo dizer que gostei da demo. Só não o suficiente pra comprar o jogo logo de cara, talvez uma versão usada no Ebay depois de alguns meses. A não ser que alguém me mostre o contrário e que o jogo melhora ainda mais, lógico.


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